Artigos/ Projetos / Publicações

Projetos, Artigos e publicações- Juliana Santana Moura

Projeto Tríade- UNEB 
 
Conselho Editorial- Revista Percursos 

Jogos eletrônicos e Mediação docente

Projetos, Artigos e publicações- Patrícia Andrade
PROJETO PRÓ-AULA
SUB-PROJETO: CONHECIMENTOS GRAMATICAIS EM ARTICULAÇÃO
PROFESSORA PATRÍCIA RIBEIRO DE ANDRADE


Sub-projeto: Conhecimentos gramaticais em articulação
Público-alvo: graduandos, mestrandos e professores da área de Letras
Período: a partir de 2016
Objetivos
Geral: Contribuir, através de abordagens teóricas e práticas, para o ensino e aprendizado de gramática na educação básica.
Específicos:
  1. aprofundar a concepção de língua como organismo heterogêneo, caracterizado por uma intensa variação;
  2. identificar os principais obstáculos ao desenvolvimento de um trabalho que aproveite os conhecimentos gramaticais para um domínio mais eficiente dos eixos da leitura e produção oral e escrita, por parte dos estudantes da escola básica;
  3. refletir sobre as motivações discursivas na construção composicional da enunciação;
  4. apresentar sugestões de transposição didática das discussões referentes à diversidade linguística e ao discurso, para o conteúdo de Língua Portuguesa da educação básica;
  5. orientar trabalhos acadêmicos na perspectiva ora apresentada e desenvolver atividades extensionistas junto ao público-alvo;
  6. difundir, por meio de artigos, resenhas, sequências didáticas, entre outros, o conhecimento construído, utilizando como principal instrumento de compartilhamento o portal Pró-Aula.
Justificativa
É consenso entre acadêmicos, professores da educação básica e estudantes dos cursos de Letras que a principal dificuldade do processo de ensino e aprendizado de língua materna é desenvolver um estudo de gramática, contemplando elementos estilísticos, discursivos, variáveis próprios do uso linguístico, articuladamente com os demais eixos da abordagem da língua.
Em contrapartida, a literatura linguística que trata desse aspecto é bastante extensa e data de longas datas, demonstrando que há uma desproporcionalidade entre o conhecimento científico produzido e sua influência na ampliação da competência linguística do aprendiz.
Mediante tal situação, entendemos ser necessária uma incessante busca por ferramentas acessíveis àqueles que se dedicam à formação em todos os níveis, que possam facilitar esse trabalho. Por acreditar no grande potencial inerente ao meio acadêmico de intervir positivamente na possibilidade de transformações necessárias no ensino e no aprendizado de Língua Portuguesa, apresentamos este projeto.
Bases teóricas1
O modelo de ensino de língua materna no qual se baseiam as escolas e as coleções de livros didáticos adotadas hoje, pela escola pública, é fruto de uma série de mudanças pensadas por intelectuais e geridas pelo Poder Público.
A escola como hoje a conhecemos foi implantada a partir do século XVI, com a criação de espaços onde professores, antes independentes e atuando em locais dispersos, começaram a desenvolver a docência em estabelecimentos criados para esse fim e num período de tempo estipulado. Dentro desses espaços passaram a trabalhar conhecimentos, que, naquela época, foram sistematicamente divididos em matérias, segundo discorre Soares (2002, p. 156).
No Brasil, o conhecimento concernente à língua materna, transposto para a escola em forma de disciplina, Língua Portuguesa ou Português, só ocorreu no período do Brasil Império, no final do século XIX, uma vez que à época do Brasil Colônia não existiam, ainda, motivadores “internos” e “externos” à língua materna que justificassem a sua implementação como área de conhecimento.
Os fatores externos que impediam a escolarização da língua portuguesa, nos primórdios da nação brasileira, refletiam o pouco poder social que tinha essa língua no país, posto que os indivíduos que frequentavam a escola eram oriundos de classes privilegiadas que valorizavam a “aprendizagem do latim e através do latim”, além de a língua portuguesa não funcionar como instrumento de interação, função essa exercida pela língua geral.
Quanto aos determinantes internos para a não inclusão da língua como campo de saber escolar, o problema é que, conquanto já houvesse obras tratando de aspectos gramaticais e ortográficos do português, na época, o conhecimento compilado não era representativo o suficiente para a institucionalização de uma disciplina escolar (SORAES, 2002, p. 158-159).
Esse quadro passa por mudanças drásticas quando, na segunda metade do século XVIII, o Marquês de Pombal determinou que na colônia só se poderia usar a língua do Príncipe. Disso decorre um novo status social para a língua portuguesa no Brasil que, de língua marginal, passou à língua nacional e, consequentemente, entrou para a composição da grade curricular: “[...] além do aprender a ler e escrever em português, introduziu-se o estudo da gramática portuguesa, que passou a ser “componente curricular”, como diríamos na terminologia atual, ao lado da gramática latina [...]” (SOARES, 2002, p. 161). Institui-se, então, o ensino da gramática do português e da retórica, como disciplinas. Em língua portuguesa aprendiam-se as leis gramaticais do latim e era também para dominar o latim, que se aprendia a gramática do português, situação que mudou apenas no século XX, com a exclusão total do latim do currículo da educação básica.
Tal mudança foi ocasionada, segundo afirma Soares, pelo surgimento de inúmeras gramáticas brasileiras, propiciado, inclusive, pela implantação da Impressão Régia no Rio de Janeiro (p. 161-162). O modelo de ensino da disciplina Português foi, durante muito tempo, inspirado no trabalho dos profissionais do Colégio Pedro II, criado no Rio de Janeiro, no final do século XIX, que difundia uma metodologia pautada: na retórica, com a finalidade de se trabalhar o aprendizado de como falar bem, substituído posteriormente pelo escrever bem; na poética, ensinando-se aspectos estilísticos literários; e na gramática, voltada para o aprendizado do código linguístico.
O trabalho com a língua assim se manteve até quase a metade do século XX, como verificamos a seguir. E manteve essa tradição porque, fundamentalmente, continuaram a ser os mesmos aqueles a quem a escola servia: os “filhos-família” [...], os grupos social e economicamente privilegiados, únicos a ter acesso à escola, a quem continuavam a ser úteis e necessárias as mesmas aprendizagens, naturalmente adaptadas às características e exigências culturais que se foram progressivamente impondo às camadas favorecidas da sociedade. (SOARES, 2002, p. 164-165).
Não é sem razão que o ensino de gramática na escola básica brasileira ainda tenha esse caráter descritivo-prescritivo. A compreensão do que deva ser o ensino do português ainda repousa sobre a tradição que refletia uma sociedade totalmente distinta da que temos hoje. No entanto, apesar do passar dos anos, desvencilharmo-nos dela é uma tarefa que demanda muito trabalho, como o que vem realizando o meio acadêmico e também o Estado, através da difusão de uma visão diferenciada de mundo, de ensino e de aprendizado.
Os anseios de pesquisadores e professores que se dão à tarefa de pensar o ensino de língua materna, articulando os conhecimentos acumulados pelas ciências da linguagem e também da aprendizagem, de certa forma vêm sendo contemplados, uma vez que a política educacional, em todos os níveis de formação, tem caminhado pari passu com o desenvolvimento dessas áreas. Só nos resta refletir sobre os resultados dessa articulação e buscar compreender o que ainda nos falta para alcançarmos uma formação de qualidade para os alunos do Ensino Fundamental.
O momento histórico hoje da disciplina Língua Portuguesa, que se quer e que se imagina estar sendo vivenciado, é caracterizado pela grande influência de uma “virada pragmática”, a qual é assim conceituada por Rangel: “Esta expressão foi utilizada, inicialmente, para caracterizar uma ruptura epistemológica ocorrida no campo da filosofia da linguagem. Essa virada qualificou-se como “pragmática” porque fez do uso da linguagem o objeto privilegiado da reflexão do filósofo, em lugar da representação do signo, no sentido clássico desses termos. (RANGEL, 2005, p. 14). A virada pragmática responde pela concepção de língua e de ensino gestada pelas teorias da linguagem e da aprendizagem que vêm se desenvolvendo desde a segunda metade do século passado e que, entre outras coisas, partem do pressuposto de que o estudo da linguagem não deve ser desvinculado do uso, tampouco dos sujeitos que a usam.
No que diz respeito estritamente ao desenvolvimento da linguística, Marcuschi (2008, p. 38-39) demonstra que a busca em abordar a linguagem efetivamente usada, por influência da filosofia analítica da linguagem, impulsionou o desenvolvimento das vertentes funcionalistas, de caráter interdisciplinar, recebendo a denominação de “guinada pragmática”: linguística de texto, análise do discurso, análise da conversação, sociolinguística, psicolinguística, etnografia da comunicação, etno-metodologia.
O primeiro dos aspectos, dentre aqueles que viriam determinar a adoção de uma nova postura pedagógica, foram reflexões produzidas no âmbito das ciências da aprendizagem, que passaram a compreender o processo de aprendizagem como necessariamente interativo, dentro do qual o aprendiz deve ser tratado como agente. Assim, postulava-se que o aluno não deveria ter negligenciada sua capacidade de refletir e construir conhecimento sobre o objeto de aprendizagem: “Por que não levar as práticas de ensino a tirarem parte significativa de sua força e eficácia dos movimentos do próprio aprendiz em seu previsível esforço por aprender?” (RANGEL, 2005, p. 15).
O ensino do português deveria, então, realizar-se não mais através da transmissão de conteúdos, mas pela construção de conhecimentos pelo aluno, cabendo ao trabalho, com a disciplina, desenvolver-se a partir do conhecimento que o aluno traz para a escola, concernente à linguagem, impondo mudanças tanto teóricas quanto na prática de ensino. Não por acaso, as teorias da aprendizagem acabaram por estabelecer, para toda a educação, o imperativo metodológico de tornar a estrutura e a organização do ensino (da aula ao planejamento curricular) compatível com a lógica e o funcionamento dos próprios processos de aprendizagem. Nesse sentido, o ensino de Português não pode mais desconhecer, nos passos e atividades que propõe ao aluno, o que já se sabe sobre as condições sóciointeracionais e os mecanismos cognitivos envolvidos no processo de aquisição e desenvolvimento da linguagem, tanto a oral quanto a escrita. (RANGEL, 2005, p. 16).
No âmbito das ciências da linguagem, o conhecimento acumulado pelas teorias do discurso, do texto, da sociologia da linguagem e do letramento foi, segundo Rangel, crucial para as transformações ora observadas no ensino de língua materna e no livro didático. A compreensão da linguagem na perspectiva discursiva possibilitou uma abordagem desse objeto em ação, a partir do que se buscou levar em consideração o processo de interação, no qual se inserem sujeitos e contextos sociais e históricos da produção linguística.
O foco, então, é nesses elementos, em detrimento do estudo sobre a língua abstrata. Ao pensar a linguagem e a língua em termos de discurso, as ciências da linguagem – e a linguística, em particular – ampliaram significativamente o conhecimento disponível sobre os processos linguísticos de construção e reconstrução de sentidos. O que permitiu enxergar a escrita e a leitura como processos nada evidentes, nos quais os parceiros do discurso, diante de uma situação específica e mobilizando os recursos propiciados pela língua, interagem por meio de textos, produzindo a cada passo efeitos de sentido particulares. (RANGEL, 2005, p. 16).
A contribuição dos estudos bakhtinianos para essa “virada pragmática” é crucial, como podemos entrever, primeiro pela compreensão de que o fazer filosófico não deveria preterir o uso da linguagem, segundo pelos flagrantes reflexos dessa filosofia, em discursos oriundos de diferentes esferas, reclamando a necessidade de o ensino e aprendizado do português ser redimensionado em função desse uso. Podemos dizer que se origina dos PCN um dos primeiros discursos deveras crucial para inauguração de um ensino e aprendizado do português embasado numa concepção de língua e ensino em consonância com a “virada pragmática”, e esse discurso reflete e sintetiza o pensamento bakhtiniano no que concerne à real natureza da linguagem.

Produzir linguagem significa produzir discursos. Significa dizer alguma coisa para alguém, de uma determinada forma, num determinado contexto histórico. Isso significa que as escolhas feitas ao dizer, ao produzir um discurso, não são aleatórias – ainda que possam ser inconscientes –, mas decorrentes das condições em que esse discurso é realizado. Quer dizer: quando se interage verbalmente com alguém, o discurso se organiza a partir dos conhecimentos que se acredita que o interlocutor possua sobre o assunto, do que se supõe serem suas opiniões e convicções, simpatias e antipatias, da relação de afinidade e do grau de familiaridade que se tem, da posição social e hierárquica que se ocupa em relação a ele e vice-versa. Isso tudo pode determinar as escolhas que serão feitas com relação ao gênero no qual o discurso se realizará, à seleção de recursos linguísticos.
É evidente que, num processo de interlocução, isso nem sempre ocorre de forma deliberada ou de maneira a antecipar-se ao discurso propriamente. Em geral, é durante o processo de produção que essas escolhas são feitas. (BRASIL, 1997, p. 25).

Pelas vias oficiais, as quais dialogam com a esfera acadêmica, o pensamento bakhtiniano sobre o discurso começou a ser propagado, fundando uma perspectiva pedagógica intensamente difundida e da qual não se pode esquivar, pois essa prática é consolidada nas obras que se encontram atualmente nas escolas, ainda que não seja de forma efetiva. Nessa perspectiva discursiva, o ensino de língua portuguesa não poderia mais ater-se à utilização de textos somente para uma simples leitura: a prática de leitura passa a ser ela mesma um objeto de ensino e aprendizado. O estudo do texto, enquanto realização discursiva, demanda um trabalho notadamente mais complexo, voltado para a própria produção do texto, a sua constituição enquanto unidade de sentido, cabendo explicitar os meios que o produtor utiliza para essa construção, as condições sociais e históricas que envolvem essa produção, a fim de se (re)construir, efetivamente, o sentido do discurso.

O que agora interessa é, antes de mais nada, a descrição e, em especial, o domínio de funcionamentos próprios do texto; portanto, de recursos e de procedimentos de construção e reconstrução das tramas linguísticas capazes de, nas situações para as quais foram trançadas, produzir os sentidos pretendidos pelos sujeitos. (RANGEL, 2005, p. 17).

Estabelecidos o discurso e o texto como unidades de ensino e aprendizagem da linguagem, para se realizar uma abordagem gramatical adequada, não caberia mais um estudo metalinguístico, em que simplesmente são transmitidos conhecimentos sobre a estrutura da língua, expondo-se conceitos, definições e nomenclatura. O texto se constroi de recursos linguísticos que devem ser entrevistos em função dessa construção, de modo que o aprendiz instrumentalize-se e agencie esses recursos, tanto no processo de recepção quanto de produção textual escrita e oral. Além disso, essa gramática não deve ser concebida como conjunto de regras categóricas; a gramática é um organismo funcional que se atualiza consoante aspectos sociais indissociáveis do falante.

Assim como o ensino de língua portuguesa havia se apropriado das teorias do discurso e do texto, caberia também assumir a concepção de língua como objeto heterogêneo, irrefutavelmente marcado pela variação e diversidade, postulada pela sociologia da linguagem.
E, por fim, e articuladamente a todas essas teorias e aos seus respectivos procedimentos, o ensino de língua materna deveria dedicar-se à tarefa de promover o letramento do estudante.

Que atitudes responsivas devemos esperar disso? Os anseios hoje giram em torno de uma formação em Língua Portuguesa pautada no ensino e aprendizado da leitura, da escrita e da oralidade visando ao uso social dessa aprendizagem, para o qual o estudo da gramática deveria estar a serviço. Ou seja, há uma subversão no trato do componente curricular Língua Portuguesa, ao se questionar as prioridades que vinham sendo dadas (e ainda são): sugere-se que trabalho com gramática não seja o carro-chefe; que não se dê primazia à escrita em detrimento da oralidade e, ao componente, cabe promover o letramento, trabalhando a leitura para esse fim, trazendo para a escola essa língua real da vida, através de gêneros e tipos textuais vivos, além dos escolarizados. A língua viva é constituída pelo plurilinguismo e é assim que se espera que seja concebida e trabalhada na escola.

Ora, tudo isso requer um professor com formação diferenciada, em relação àquela recebida por muitos dos que estão em sala de aula ainda hoje. O Poder Público, não indiferente às demandas apontadas por instituições de ensino superior, ao contrário, direcionando-se para elas, estabelece dispositivos legais visando à implementação de políticas voltadas para a escola pública. Assim, a partir da segunda metade dos anos de 1990, quando começa da vigorar a Lei de Diretrizes e Bases da educação nacional (Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996), a educação brasileira vivencia mudanças, em todos os níveis de formação, instituídas pelo Plano Nacional de Educação (PNE Lei nº 10.172/2001)7.

O PNE prevê para o Ensino Fundamental, entre outros, a consolidação Lei de diretrizes e bases da educação nacional dos pressupostos pedagógicos veiculados pelos Parâmetros Curriculares Nacionais (1997), aliando a isso a qualificação de professores.

Nosso olhar sobre isso, um tanto empírico, pois advém da convivência com a escola básica, leva-nos a verificar que os resultados dessa tentativa de substituição de uma prática por outra, sobretudo por meio de imposição, cria um embate ideológico que pouco contribui para a formação do estudante da rede pública de ensino. Embora reconheçamos o avanço qualitativo que representaria a aquiescência da escola ao modelo de educação vislumbrado pela academia, entendemos que muitos obstáculos impedem que alcancemos um modelo satisfatório de ensino e aprendizado. Um deles é a intolerância por parte dos professores a princípios “pré-moldados” que parecem subestimar sua atuação. Essa intolerância encontra respaldo em discursos que se opõem às mudanças, como vemos vez por outra, embates entre linguistas e gramáticos tradicionalistas, discursos esses igualmente autorizados e historicamente consolidados, quando não respaldados pela própria ciência contemporânea. Muitos professores da educação básica desconhecem os meandros que têm determinado os incisivos discursos sobre a necessidade de promover transformações no ensino do português. Mesmo tendo contato com dispositivos como os Parâmetros Curriculares Nacionais, isso não é condição necessária para mudanças. Aqueles que já atuam há muitos anos, recebem, muitas vezes, os discursos sobre as inovações no ensino a partir dos projetos dos estagiários que, a depender da formação, defendem essa bandeira, tão contundente quanto “ofensivamente”, ao que a escola responde também ofensivamente ou, na defensiva, dificultando sobremaneira o desenvolvimento do trabalho dos professores em formação.

Procedimentos metodológicos
O projeto desenvolverá pesquisas de campo, através da coleta de dados realizadas por graduandos, pós-graduandos e pela pesquisadora, a partir dos quais serão produzidos trabalhos acadêmicos e sugestões de sequências didáticas, visando auxiliar professores e estagiários pedagogicamente.

Orientações de TCC e dissertações de mestrado
Variação linguística e ensino de gramática: uma breve análise do livro didático de língua portuguesa - Cláudia Ribeiro dos Santos Souza
O uso de gírias pelos estudantes da etapa 4 – EJA fundamental - na sua interação oral em situações de sala de aula - Maria Cândida de Jesus Souza Santos
Os usos dos sinais de pontuação numa perspectiva discursiva da linguagem: uma proposta pedagógica com o gênero fábula - Vera Lúcia Silva Dias

Referências
BAKHTIN, Mikhail. Estética da criação verbal. 5. ed. Trad. Paulo Bezerra. São Paulo: Martins Fontes, 2010.
BRASIL, Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais: língua portuguesa/Secretaria da Educação Fundamental. – Brasília: 1997.
MARCUSCHI, Luiz Antônio. Produção textual, análise de gêneros e compreensão. São Paulo: Parábola Editorial, 2008.
POSSENTI, Sírio. Por que (não) ensinar gramática na escola. Campinas-SP: Mercado das Letras, 1996.
SOARES, Magda. Português na escola: história de uma disciplina curricular. In: BAGNO, Marcos (org.). Lingüística da norma. São Paulo: Edições Loyola, 2002.
RANGEL, Egon. Livro didático de língua portuguesa: o retorno do recalcado. In: DIONISIO, Angela Paiva; BEZERRA, Maria Auxiliadora. O livro didático de português: múltiplos olhares. 3. ed. Rio de Janeiro: Lucerna, 2005.



1 Trechos retirados da tese de doutorado da própria autora (Andrade, Patrícia Ribeiro de. Manual do professor: constituição do gênero, recepção e reflexos no ensino e aprendizado de língua materna. Porto Alegre, 2014).

Nenhum comentário:

Postar um comentário